Pular para o conteúdo
Ricardo Feistler Advocacia Especializada

Início / Defesa criminal / Acusado de estelionato

Defesa criminal · Crimes patrimoniais

Fui acusado de estelionato: o que fazer, qual a pena e como funciona a defesa

A acusação de estelionato costuma chegar por intimação para depor, por mensagem da suposta vítima ou por notícia de que há um boletim de ocorrência. Em 2026, a Lei 15.397 criou o crime de cessão de conta laranja, ampliou a fraude eletrônica e acabou com a exigência de representação da vítima. Este guia explica o crime, as penas e as providências iniciais.

Por Ricardo Feistler, mestre em Direito · Atualizado em 31 de outubro de 2026 · 11 min de leitura

O que caracteriza o estelionato

O art. 171 do Código Penal define o estelionato como obter, para si ou para outra pessoa, vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento. São quatro elementos: a fraude, o erro da vítima, a vantagem indevida e o prejuízo. Falta qualquer um deles e o crime não se configura.

O ponto decisivo em muitas defesas é a fraude anterior ou concomitante à obtenção da vantagem. Quem contrata de boa-fé e depois não consegue cumprir o contrato, sem ter usado artifício para enganar a outra parte, está diante de inadimplemento, matéria civil. A investigação precisa demonstrar que havia intenção de enganar desde o início, e a defesa trabalha justamente com documentos, mensagens e histórico da relação para mostrar o contrário quando for o caso.

O § 2º do art. 171 prevê figuras equiparadas, com a mesma pena: vender coisa alheia como própria, alienar coisa própria inalienável ou onerada silenciando sobre isso, defraudar penhor, fraudar a entrega de coisa, fraudar seguro, emitir cheque sem fundos ou frustrar seu pagamento e, desde 2026, ceder conta bancária para trânsito de recursos de crime.

Estelionato pena de quantos anos

CondutaDispositivoPena
Estelionato simples e figuras equiparadasArt. 171, caput e § 2ºReclusão de 1 a 5 anos e multa
Cessão de conta laranjaArt. 171, § 2º, VIIReclusão de 1 a 5 anos e multa
Fraude eletrônicaArt. 171, § 2º-AReclusão de 4 a 8 anos e multa
Fraude eletrônica com servidor fora do BrasilArt. 171, § 2º-BAumento de 1/3 a 2/3
Contra entidade de direito público ou de economia popular, assistência social ou beneficênciaArt. 171, § 3ºAumento de 1/3
Contra idoso ou vulnerávelArt. 171, § 4ºAumento de 1/3 ao dobro

Se o acusado for primário e o prejuízo for de pequeno valor, o juiz pode aplicar o benefício do art. 155, § 2º: substituir a reclusão por detenção, reduzir a pena de um a dois terços ou aplicar somente multa (art. 171, § 1º).

O que a Lei 15.397/2026 mudou no estelionato

A Lei 15.397, de 30 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial de 4 de maio de 2026 e em vigor desde a publicação, fez três mudanças no art. 171. A pena do caput continuou de 1 a 5 anos; o texto só reescreveu a referência à multa. Ao contrário do que ocorreu com furto, roubo e receptação, a pena-base do estelionato não subiu.

  • criou a figura da cessão de conta laranja (§ 2º, VII);
  • incluiu a duplicação de dispositivo eletrônico e a aplicação de internet entre os meios da fraude eletrônica (§ 2º-A), mantida a pena de 4 a 8 anos;
  • revogou o § 5º, que condicionava o processo à representação da vítima.

A comparação completa com os demais crimes alterados está na página sobre a nova pena para furto e roubo.

Fraude eletrônica e cessão de conta laranja

A fraude eletrônica, existente desde a Lei 14.155/2021, ocorre quando o golpe usa informações fornecidas pela vítima ou por terceiro enganado por rede social, telefone, e-mail fraudulento, clonagem de aparelho, aplicativo ou meio análogo. É a forma típica do golpe do falso parente no WhatsApp, da falsa central do banco e do falso anúncio.

A cessão de conta laranja pune quem cede conta bancária, de graça ou mediante pagamento, para que por ela transitem recursos destinados a financiar atividade criminosa ou que sejam fruto dela. Muitos investigados nos inquéritos de golpe pelo Pix são titulares das contas que receberam o dinheiro. O tipo exige dolo, e a defesa examina o que o titular sabia: há casos em que ele próprio foi enganado, por exemplo com falsa oferta de emprego ou de renda extra, e emprestou os dados sem conhecer o destino dos valores. Para golpes pela internet em geral, veja a página sobre crimes na internet.

A vítima ainda precisa representar?

Não, para fatos praticados a partir da vigência da Lei 15.397/2026. Até então, o § 5º do art. 171, incluído em 2019, exigia representação da vítima, salvo quando ela fosse a administração pública, direta ou indireta, criança ou adolescente, pessoa com deficiência mental, maior de 70 anos ou incapaz. Com a revogação, o Ministério Público pode oferecer denúncia sem manifestação da vítima.

Para fatos anteriores, a questão é outra. A representação é condição de procedibilidade com reflexo direto na punibilidade, porque sua falta no prazo de 6 meses (12 meses, desde a Lei 15.438/2026, nos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher) leva à decadência (art. 38 do CPP). Por isso há fundamento para sustentar que a regra mais favorável da época continua valendo para esses fatos, com base no art. 5º, XL, da Constituição e no art. 2º do Código Penal. É uma tese de defesa, a ser apresentada em cada processo com o exame da jurisprudência vigente na data da manifestação.

Está passando por isso agora? Conte o seu caso pelo WhatsApp

Estelionato tem fiança? Posso ser preso?

O estelionato não é crime inafiançável. Como a pena máxima do caput é de 5 anos, acima do limite de 4 anos do art. 322 do CPP, a fiança não pode ser arbitrada pelo delegado e depende do juiz. Na fraude eletrônica, com pena máxima de 8 anos, vale o mesmo.

A prisão preventiva é admitida em tese, porque se trata de crime doloso com pena máxima superior a 4 anos (art. 313, I, do CPP), mas depende da demonstração concreta dos requisitos do art. 312, e a gravidade abstrata do crime não basta. Na maioria dos casos, a investigação corre com o investigado solto. Os detalhes estão nas páginas sobre fiança criminal e prisão preventiva.

Primeiros passos para quem foi acusado de estelionato

  1. Não procure a vítima para negociar sozinho. Mensagens enviadas nessa hora costumam ser juntadas ao inquérito e podem ser lidas como confissão ou como pressão.
  2. Preserve documentos. Contratos, comprovantes de transferência, conversas, anúncios e extratos mostram como a relação começou e se houve ou não fraude.
  3. Não compareça à delegacia sem orientação. O investigado pode ficar em silêncio, e o silêncio não pode ser interpretado em seu prejuízo (CF, art. 5º, LXIII; CPP, art. 186, parágrafo único). Veja o guia intimado para depor na delegacia e a página sobre direito ao silêncio.
  4. Peça acesso ao inquérito. O advogado pode examinar os elementos já documentados (Súmula Vinculante 14).
  5. Avalie o ressarcimento com estratégia. A devolução do valor tem efeitos jurídicos distintos conforme o momento e a forma, como se explica abaixo.

Nos golpes praticados por depósito, transferência ou cheque sem fundos, o processo corre no domicílio da vítima (art. 70, § 4º, do CPP), o que pode levar o caso a outro estado. Quando a acusação começou com um registro policial, as etapas seguintes estão explicadas na página fizeram um boletim de ocorrência contra mim.

Devolver o dinheiro encerra o caso?

Não necessariamente. Com a revogação da representação, o acordo com a vítima deixou de impedir a denúncia nos fatos posteriores à Lei 15.397/2026. O ressarcimento continua relevante por outros caminhos. Se o crime foi cometido sem violência ou grave ameaça e o dano for reparado por ato voluntário até o recebimento da denúncia, a pena é reduzida de um a dois terços (arrependimento posterior, art. 16 do Código Penal). A reparação também é condição do acordo de não persecução penal (art. 28-A, I, do CPP) e pesa na fixação da pena.

Na emissão de cheque sem fundos (art. 171, § 2º, VI), há regra própria. A Súmula 554 do STF diz que o pagamento feito depois do recebimento da denúncia não impede o prosseguimento da ação penal. A Quinta Turma do STJ decidiu que a súmula se restringe a essa modalidade e não alcança o estelionato do caput do art. 171, no qual o ressarcimento antes da denúncia apenas reduz a pena, nos termos do art. 16 do Código Penal (HC 280.089-SP, julgado em 18/02/2014).

Acordo de não persecução penal e suspensão condicional do processo

O ANPP cabe em infrações sem violência ou grave ameaça com pena mínima inferior a 4 anos, desde que o investigado confesse formal e circunstancialmente e o Ministério Público considere o acordo necessário e suficiente (art. 28-A do CPP). No estelionato simples, com mínima de 1 ano, o acordo é possível em tese. Na fraude eletrônica, com mínima de 4 anos, o requisito não é atendido, salvo se causas de diminuição aplicáveis ao caso reduzirem a pena mínima abaixo desse patamar, já que o § 1º do art. 28-A manda considerar aumentos e diminuições. O acordo não cabe para reincidentes, para quem recebeu ANPP, transação ou suspensão do processo nos 5 anos anteriores, e quando couber transação penal (§ 2º).

O STF decidiu no HC 185.913, em 18 de setembro de 2024, que o ANPP também cabe em processos que já estavam em andamento quando a Lei 13.964/2019 entrou em vigor, desde que o pedido seja feito antes do trânsito em julgado. Nos casos iniciados depois desse julgamento, a proposta ou a recusa motivada do Ministério Público deve ser apresentada até o recebimento da denúncia.

A suspensão condicional do processo exige pena mínima igual ou inferior a 1 ano (art. 89 da Lei 9.099/1995) e pode caber no estelionato simples, desde que nenhuma causa de aumento eleve a pena mínima acima desse limite.

Estelionato ou furto mediante fraude

A distinção muda a pena. No estelionato, a vítima, enganada, entrega o bem ou faz a transferência por vontade própria. No furto mediante fraude, a fraude serve para diminuir a vigilância e o próprio agente subtrai o bem, como na transferência feita com o celular da vítima sem que ela perceba. Quando cometido por dispositivo eletrônico, o furto mediante fraude tem pena de 4 a 10 anos desde a Lei 15.397/2026 (art. 155, § 4º-B), acima da fraude eletrônica do estelionato. A capitulação correta é um dos primeiros pontos que a defesa examina.

A Quinta Turma do STJ aplicou essa distinção à fraude no medidor de energia elétrica. No AREsp 3.204.574-SC, relatado pelo ministro Joel Ilan Paciornik e julgado por unanimidade em 19 de agosto de 2026 (Informativo de Jurisprudência nº 907, de 27 de outubro de 2026), a Turma entendeu que adulterar o medidor para registrar consumo inferior ao real configura estelionato, porque induz a concessionária em erro sobre a medida do que ela cobra, num serviço prestado regularmente. Faltam a subtração e a inversão da posse que caracterizam o furto qualificado mediante fraude, punido com reclusão de 2 a 8 anos (art. 155, § 4º, II). O julgado separou essa situação da ligação clandestina, o chamado gato. É decisão de Turma, sem efeito vinculante.

Advogado para quem foi acusado de estelionato

Quem recebeu intimação por estelionato ou teve a conta bancária ligada a um golpe deve procurar advogado antes de depor. A defesa consulta o inquérito, confere se a representação da vítima era exigida, examina a capitulação e organiza os comprovantes das transferências e das conversas. Com esse quadro, ela avalia a devolução do dinheiro e o acordo de não persecução penal, quando cabíveis.

O escritório acompanha o investigado desde a fase policial e, se houver denúncia, no processo e nos tribunais, com atendimento online em todo o Brasil. Outros temas estão em defesa criminal e na página do advogado criminalista.

Fontes consultadas: Código Penal (Planalto); Lei 15.397/2026 (Planalto); Código de Processo Penal (Planalto); Constituição Federal (Planalto); Lei 9.099/1995 (Planalto); STF, Súmula Vinculante 14; STF, HC 185.913: ANPP em processos em curso; STJ, Informativo 907, AREsp 3.204.574-SC (Quinta Turma).

Em caso de prisão em flagrante, o plantão atende a qualquer hora pelo WhatsApp.

Falar com o escritório

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre acusado de estelionato

Qual é a pena do estelionato hoje?

Reclusão de 1 a 5 anos e multa no estelionato simples (art. 171 do Código Penal), a mesma de antes da Lei 15.397/2026. Na fraude eletrônica, a pena é de 4 a 8 anos, com aumentos quando o golpe usa servidor no exterior ou atinge idoso ou pessoa vulnerável.

Emprestei minha conta bancária e caiu dinheiro de golpe. Respondo por crime?

Pode responder. Desde a Lei 15.397/2026, ceder conta bancária para trânsito de recursos de crime é o crime do art. 171, § 2º, VII, com pena de 1 a 5 anos. O tipo exige que o titular saiba ou aceite essa destinação; quem também foi enganado tem defesa baseada na prova do que sabia.

Se eu devolver o dinheiro, o processo acaba?

Não necessariamente. Para fatos posteriores à Lei 15.397/2026, o Ministério Público pode denunciar mesmo com acordo com a vítima. A reparação antes do recebimento da denúncia reduz a pena de um a dois terços (art. 16 do Código Penal) e é condição do acordo de não persecução penal.

A nova lei vale para fatos anteriores a maio de 2026?

A parte mais gravosa não retroage (CF, art. 5º, XL). A cessão de conta laranja só é crime para fatos posteriores à vigência. Quanto à exigência de representação, há fundamento para sustentar que ela continua valendo para fatos anteriores, tese que a defesa apresenta no próprio processo.

Fui chamado na delegacia por estelionato. Preciso ir com advogado?

É recomendável. O advogado pode examinar o inquérito antes do depoimento (Súmula Vinculante 14 e art. 7º, XIV, do Estatuto da Advocacia), orientar sobre o uso do direito ao silêncio e avaliar desde logo a possibilidade de acordo de não persecução penal.

Mais sobre defesa criminal

Guia

Tribunal do Júri

Como funciona o júri, da pronúncia ao plenário, e onde a defesa atua.

Ler o guia →
Guia

Busca e apreensão

O que a polícia pode fazer, o que conferir no mandado e o que fazer depois.

Ler o guia →
Guia

Habeas corpus

Quando cabe, para que serve e em quanto tempo costuma ser analisado.

Ler o guia →
Cidade

Criminalista em Cascavel

Sede em Cascavel, plantão no flagrante e defesa em cada fase do caso criminal, com atuação em todo o Brasil.

Ver a página →
Cidade

Criminalista em Foz do Iguaçu

Escritório em Foz, crimes de fronteira, flagrante e defesa em cada fase, com atuação em todo o Brasil.

Ver a página →
Artigo

Audiência de custódia

Como funciona, prazo de 24 horas e o que acontece depois.

Ler o artigo →
Artigo

Policial penal

Concurso, processo disciplinar e defesa criminal do policial penal, em todo o Brasil.

Ler o artigo →
Artigo

Tráfico privilegiado

Os quatro requisitos, a redução de pena e por que ele não é crime hediondo.

Ler o artigo →
Artigo

Fraude em concurso

O art. 311-A do Código Penal, quem responde e o que acontece com o candidato.

Ler o artigo →
Artigo

Crimes contra a administração

Os principais tipos, quem responde por eles e como o processo criminal conversa com o PAD.

Ler o artigo →
Artigo

Direito ao silêncio

O que o art. 5º, LXIII, garante, onde ele se aplica e por que calar não pode pesar contra você.

Ler o artigo →
Artigo

Abuso de autoridade

Lei 13.869/2019: a finalidade específica exigida pelo art. 1º e a ressalva da divergência de interpretação.

Ler o artigo →
Artigo

Acusado na Lei Maria da Penha

Medida protetiva, descumprimento do art. 24-A, fiança e as mudanças de 2023 a 2026 que pesam sobre quem é acusado.

Ler o artigo →
Artigo

Crimes na internet

Invasão de dispositivo, fraude eletrônica, conta laranja, honra e imagens íntimas: as leis que se aplicam e o que fazer ao ser intimado.

Ler o artigo →
Artigo

Progressão de regime

As frações do art. 112 da LEP em 2026, o exame criminológico, o efeito da falta grave e as formas de remição.

Ler o artigo →
Artigo

Embriaguez ao volante

O crime do art. 306 do CTB, a recusa ao bafômetro, a fiança e as penas quando o acidente deixa vítima.

Ler o artigo →
Artigo

Intimado para depor na delegacia

Investigado, testemunha ou vítima: o que muda, o direito ao advogado no inquérito e o que acontece depois do depoimento.

Ler o artigo →
Artigo

Fiança criminal

Quando o delegado pode arbitrar, quando só o juiz decide, crimes inafiançáveis, valor, dispensa por pobreza e devolução.

Ler o artigo →
Artigo

Prisão preventiva

Requisitos do art. 312, flagrante convertido em preventiva, revisão a cada 90 dias, revogação e habeas corpus.

Ler o artigo →
Artigo

Boletim de ocorrência contra mim

Quando o BO vira inquérito ou termo circunstanciado, direito de acesso, silêncio, o que evitar e quando o BO falso é crime.

Ler o artigo →
Artigo

Novas penas de furto e roubo

Tabela antes e depois da Lei 15.397/2026 para furto, roubo, estelionato e receptação, vigência e regra da lei mais benéfica.

Ler o artigo →
Artigo

Defesa criminal no Paraná

Defesa criminal em todo o Paraná: flagrante e custódia, inquérito, acordos, recursos, habeas corpus e Tribunal do Júri.

Ler o artigo →
Artigo

Revogar medida protetiva

Pedido do acusado para revogar ou modificar a medida protetiva: o que provar, o contraditório, filhos, casa e bens, e o risco do art. 24-A.

Ler o artigo →
Artigo

Advogado para o júri

Defesa do acusado de homicídio ou feminicídio da prisão ao plenário: liberdade, instrução, pronúncia, sustentação perante os jurados e recursos.

Ler o artigo →
Cidade

Maria da Penha em Cascavel

Defesa do acusado em violência doméstica em Cascavel: flagrante, custódia, medida protetiva, ação penal e recursos.

Ver a página →
Cidade

Tráfico de drogas em Cascavel

Defesa de quem foi preso ou é investigado por tráfico em Cascavel: flagrante, custódia, liberdade, tráfico privilegiado e recursos.

Ver a página →
Artigo

Acordo de não persecução penal

Quem pode fazer o acordo de não persecução penal, o que se assume ao assinar, o que acontece se as condições não forem cumpridas e o que fazer quando o Ministério Público não oferece a proposta.

Ler o artigo →
Artigo

Crime ambiental

Defesa de produtor rural, empresário e pessoa jurídica no crime ambiental e no auto de infração: quem responde, penas, acordos, prazo de defesa, embargo e multa.

Ler o artigo →
Artigo

Crime de perseguição

O que a acusação precisa provar no art. 147-A, pena do stalking e aumentos, representação, transação, suspensão e acordo, medida protetiva e a defesa de quem foi intimado.

Ler o artigo →
Artigo

Falsa acusação

Como reunir prova quando a pessoa afirma ter sido acusada falsamente, o que evitar, a diferença entre denunciação caluniosa, comunicação falsa e calúnia, e quando cabe agir contra quem acusou.

Ler o artigo →
Artigo

Habeas corpus negado

O que fazer quando o habeas corpus é negado pelo juiz, pelo TJ, pelo TRF ou pelo STJ: liminar ou mérito, agravo, recurso ordinário em cinco dias, Súmula 691 e novo pedido com fato novo.

Ler o artigo →
Artigo

Homicídio culposo no trânsito

O crime do art. 302 do CTB: pena, aumento, flagrante e fiança, acordo de não persecução penal, perdão judicial, suspensão da CNH e linhas de defesa do motorista.

Ler o artigo →
Artigo

Importunação sexual

Pena da importunação sexual e do assédio sexual, flagrante, fiança, medida protetiva com monitoração, acordo de não persecução penal, efeitos no emprego e no cargo e a defesa de quem foi acusado desde o inquérito.

Ler o artigo →
Artigo

Injúria racial

Pena da injúria racial depois da Lei 14.532/2023, fiança, prescrição, acordo de não persecução penal, efeitos no cargo público e a defesa de quem foi acusado desde o inquérito.

Ler o artigo →
Artigo

Lavagem de dinheiro

O que a lei considera lavagem, a pena, o crime antecedente, o bloqueio de bens da pessoa e da empresa e como a defesa pede a liberação.

Ler o artigo →
Artigo

Liberdade provisória

Liberdade provisória depois da prisão em flagrante: o que significa, com ou sem fiança e cautelares, o que a pessoa não pode fazer, viagem, trabalho, quando volta à prisão e o que fazer se for negada.

Ler o artigo →
Artigo

Livramento condicional

Quanto da pena é preciso cumprir, a falta grave dos últimos 12 meses, os crimes em que a lei veda o benefício, as condições e o risco de revogação.

Ler o artigo →
Artigo

Mandado de prisão em aberto

O que significa ter mandado de prisão em aberto, como descobrir de qual processo ele vem e o que a defesa pode pedir antes do cumprimento.

Ler o artigo →
Artigo

Fiança na Lei Maria da Penha

Fiança no flagrante por violência doméstica, crime a crime: quando o delegado pode arbitrar, quando só o juiz decide, valores de 2026 e quando a lei veda a soltura.

Ler o artigo →
Artigo

Porte ilegal de arma

Pena do porte e da posse ilegal de arma, diferença entre uso permitido, restrito e proibido, fiança, audiência de custódia, acordo de não persecução penal e o que a defesa examina.

Ler o artigo →
Artigo

Prisão domiciliar

Quem tem direito à prisão domiciliar antes e depois da condenação: mãe e pai de criança, gestante, doente grave, idoso, regime aberto e falta de vaga, com as provas e o pedido ao juiz.

Ler o artigo →
Artigo

Quanto custa um advogado criminal

O que define os honorários de um advogado criminal: fase do caso, trabalho, urgência, deslocamento, tabela da OAB e o que deve constar no contrato, com análise do caso e proposta por escrito.

Ler o artigo →
Artigo

Reabilitação criminal

Reabilitação criminal: prazo de dois anos depois da pena, requisitos do art. 94 do Código Penal, documentos, como pedir, o que ela muda na ficha e o que não muda em concurso, reincidência e antecedentes.

Ler o artigo →
Artigo

Revisão criminal

Quando a condenação definitiva pode ser revista, o prazo para pedir, quem pode pedir, o que o tribunal pode decidir e o que reunir antes de propor a ação.

Ler o artigo →
Artigo

Saída temporária

O que mudou com a Lei 14.843/2024, quem ainda pode sair para estudar, a situação de quem foi condenado por crime anterior à lei e as causas de revogação.

Ler o artigo →
Artigo

Sonegação fiscal

Quando o débito tributário da empresa vira crime, qual é a pena, o peso do processo administrativo e o efeito penal do pagamento e do parcelamento.

Ler o artigo →
Artigo

Tornozeleira eletrônica

Quando a monitoração é imposta no processo, na execução da pena e na Lei Maria da Penha, o que conta como violação, se tirar o aparelho é crime e como pedir a retirada.

Ler o artigo →
Artigo

Tráfico de drogas: pena e defesa

Pena do tráfico de drogas, cálculo feito pelo juiz, uso ou tráfico, aumentos do art. 40, associação para o tráfico, regime, progressão e a defesa de quem foi preso, em todo o Brasil.

Ler o artigo →

Ver a página de defesa criminal →

Conte o que aconteceu. O primeiro passo é saber o prazo.

Envie pelo WhatsApp o documento que você recebeu (resultado, portaria ou intimação) e receba orientação sobre os próximos passos.

Falar no WhatsApp